Filipa Torrinha Nunes Corta relações com Susana Dias Ramos e revela motivo: “Não consigo apoiar este tipo de pensamento”
Filipa Torrinha Nunes já não se identifica com o conteúdo partilhado pela psicóloga.
Filipa Torrinha Nunes revelou, no “Passadeira Vermelha”, da SIC Caras, que está de relações cortadas com Susana Dias Ramos, conhecida psicóloga e ex-comentadora de reality shows da TVI.
Segundo explicou, a colega de profissão tem um discurso “machista e preconceituoso”, com o qual não se identifica, e defende a traição “em determinadas situações”.
Além disso, Filipa Torrinha Nunes também rejeita afirmações de Susana Dias Ramos sobre a sexualidade feminina, como: “As mulheres que não têm orgasmos são incompetentes sexualmente falando.”
“Tem uma espécie de um estatuto clínico que não tem da forma como vende que tem. A formação que a Susana terá será válida obviamente, mas é importante sermos correctos naquilo que dizemos que nós somos”, explicou.
Filipa explicou ainda o motivo pelo qual decidiu cortar relações com a psicóloga. “Eu falava com a Susana de vez em quando no Instagram, tinha uma relação cordial com ela. Eu cortei, eu deixei de seguir, eu não consigo apoiar sequer minimamente este tipo de pensamento“, disse.
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“Tenho sete denúncias…”
Recorde-se que, apesar de ser psicóloga e sexóloga, Susana Dias Ramos não está inscrita na Ordem dos Psicólogos.
“Não estou inscrita, porque não quero. Não faço consultas de Psicologia, faço consultas de Psicoterapia. Sou licenciada em Psicologia, especialista em Neuropsicologia Clínica, trabalhei no serviço de Neurocirurgia durante dez anos e, depois, decidi fazer televisão, ter um podcast… E é impossível, é incompatível estar inscrita na Ordem e fazer o que faço na televisão, porque eticamente não deves partilhar determinadas coisas, dar opiniões pessoais“, explicou a Cristina Ferreira, em 2024.
“Estar inscrita na Ordem permitia-me ser comentadora, mas, de repente, tenho sete denúncias à Ordem e não faço mais nada do que pagar um dinheirão para a denúncia correr e ser arquivada. Não tenho muita paciência para isso”, acrescentou.
“Quero ser livre no que digo. Se um dia eu achar que não quero mais fazer isto, que não quero ter mais esta exposição pública e que quero exercer um serviço numa unidade que me obrigue a estar inscrita, como uma unidade hospitalar, aí volto a inscrever-me e resolvo essa situação. Quero ser livre para trocar mensagens com os meus pacientes, de meter o nariz na vida deles, de trocar mensagens, mesmo quando eles estão de férias“, concluiu.
Texto: Luís Sigorro; Fotos: Impala/Redes sociais