Cabaz alimentar atinge valor mais baixo desde março ao descer para 253,63 euros

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste baixou 3,17 euros na última semana, para 253,63 euros, alcançando o valor mais baixo desde a primeira semana de março, informou a associação de defesa do consumidor.

Cabaz alimentar atinge valor mais baixo desde março ao descer para 253,63 euros

“O preço do cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste desceu pela segunda semana consecutiva e já não estava tão baixo desde a primeira semana de março. Com uma descida de 3,17 euros (menos 1,23%) na última semana, o cabaz alimentar custa agora 253,63 euros”, refere a organização de defesa do consumidor em comunicado.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 24 de julho e 01 de julho, o atum posta em óleo vegetal registou um aumento de 18%, para 1,63 euros, a cebola subiu 9%, para 1,64 euros por quilograma, o alho seco registou um acréscimo de 8% para 3,41 euros e as salsichas frankfurt aumentaram 7% para 1,82 euros, os produtos com maiores aumentos de preço.

Se compararmos os preços atuais com os da primeira semana do ano, a 07 de janeiro de 2026, as maiores subidas percentuais de preço foram do arroz carolino (29%), do peixe-espada-preto (27%), da dourada (24%) e da couve-coração (20%).

Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,81 euros (menos 4,88%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,25 euros (menos 5,95%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,93 euros (uma diferença de 35,13%).

Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (mais 126% para 13,14 euros por quilograma), dos ovos (mais 84% para 2,10 euros) e da couve-coração (mais 77% para 1,76 euros por quilograma).

Lusa

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