Maria Custódia Amaral A ‘mirabolante’ relação que tinha com o principal suspeito do homicídio (e não era romântica)
Chegou ao fim, de forma trágica, o misterioso desaparecimento da filha da atriz Delfina Cruz.
Maria Custódia Amaral foi morta por alguém do seu passado. O principal suspeito do homicídio da filha de Delfina Cruz foi ‘apanhado’ por uma câmara de videovigilância que o viu a conduzir o carro da agente imobiliária.
Conforme revelou Luís Maia, na SIC, o homem em causa era o dono da casa que Maria Custódia Amaral tinha visitado na Lourinhã para angariar.
“Sai de casa com o namorado, vai tomar o pequeno almoço a um café, isto na Lourinhã. Vai levá-lo a casa e, em seguida, vai na direção de Paço, freguesia de São Bartolomeu dos Galegos, onde vai angariar uma casa. Ia buscar a documentação para tratar da angariação para fazer a sessão fotográfica dias depois”, começou por revelar o repórter, que puxou a fita atrás até ao início de tudo.
Suspeito e a mulher foram inquilinos de Maria Custódia Amaral
Depois dessa visita, não houve mais sinal da agente imobiliária. “Percebe-se que, no próprio dia, 19 de janeiro, o carro foi ali deixado por uma pessoa, que vai a pé até à estação dos autocarros e apanha dali um autocarro para casa. E onde é essa casa? Em São Bartolomeu dos Galegos, na localidade de Paço”, sublinha Luís Maia.
Porém, os dois já se conheciam do passado. “O suspeito chegou a ser inquilino de Maria Custódia Amaral há uns anos. Ele e a mulher viveram no anexo da sua casa, anexo esse que costuma estar alugado”, explicou ainda.
Texto: Tomás Cascão; Fotos: Redes sociais